O Ibovespa flertou com os 174 mil pontos, mas fechou com um declínio marginal nesta segunda-feira, tendo Embraer entre as principais pressões negativas, em sessão com volume reduzido.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa BMFBOVESPA:IBOV cedeu 0,05%, a 173.205,35 pontos, após os ajustes de fechamento, tendo marcado 172.392,54 pontos na mínima e 173.891,53 pontos na máxima do dia.
Em dia com jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo no meio do pregão, o volume financeiro somou R$14,167 bilhões, de uma média diária de R$30,675 bilhões no mês. O Brasil venceu o Japão por 2 a 1.
De acordo com análise gráfica semanal de analistas do BB Investimentos, o desempenho recente do Ibovespa sugere um possível alívio na sequência de quedas que vinha ocorrendo desde a segunda quinzena de abril.
"Para confirmar o retorno à tendência de curto prazo de alta, o índice precisa fechar acima dos 176 mil pontos, com o objetivo seguinte já na casa dos 182.900", afirmaram em relatório a clientes.
No exterior, o norte-americano S&P 500 CBOE:SPX subiu mais de 1%, com a recuperação de ações do setor de tecnologia e o cenário geopolítico no radar.
Equipes técnicas do Irã e dos Estados Unidos que trabalham na implementação de um acordo de paz provisório devem se reunir em Doha nos próximos dias, disse uma fonte à Reuters, após ataques recíprocos no fim de semana.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nas redes sociais que haveria uma reunião em Doha na terça-feira, mas não deu detalhes.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, porém, disse que não há negociações agendadas entre o Irã e os Estados Unidos para os próximos dias.
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